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Resumo


Minha Vida em Marte, de Mônica Martelli, chega a São Paulo no Teatro Procópio Ferreira

Após conquistar mais de 100 mil espectadores desde sua estreia no Rio de Janeiro, montagem que conta a continuação da saga de Fernanda – do fenômeno Os Homens São de Marte e é Pra Lá que Eu Vou – estreia em São Paulo no dia 17 de agosto

A comédia Minha Vida em Marte, nova obra de Mônica Martelli, chega em São Paulo, no próximo dia 17 de agosto de 2018, após conquistar mais de 100 mil espectadores desde que estreou em maio de 2017, no Rio de Janeiro, cidade onde permaneceu por nove meses em cartaz para seguir carreira pelo Brasil passando pelo Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grade do Sul e Paraná. Desde a primeira sessão, a atriz e autora comprovou o fôlego de seu personagem em sessões esgotadas e cinco indicações a prêmios. Esta é a montagem que chega no teatro Procópio Ferreira, a partir de 17 de agosto de 2018.

Minha Vida em Marte é a continuação da saga de Fernanda, personagem que surgiu pela primeira no teatro em 2005, quando Mônica Martelli lançou a comédia Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou sem imaginar o sucesso que a peça protagonizada e escrita por ela alcançaria. Nem tampouco esperava a reviravolta que Fernanda, a personagem que criou para falar de amor e discutir o empoderamento feminino (muito antes da expressão cair no gosto popular) faria em sua trajetória pessoal. A autora, então com 36 anos, viu o espetáculo tornar-se um sucesso sem precedentes ao alcançar mais de 2,5 milhões de espectadores e dar origem a um longa homônimo – que arrastou mais de 2 milhões pessoas para os cinemas – e a uma série televisiva com o mesmo título que já está em sua terceira temporada no GNT, sendo uma das maiores audiências do canal.

Doze anos depois Mônica, hoje com 50 anos, repete o sucesso de sua peça precursora. Minha Vida em Marte, dirigida pela irmã Susana Garcia, traz de volta Fernanda, agora com 45 anos, à procura de respostas para a sobrevivência conjugal. “Demorei para fazer esta peça porque sei que só é possível falar com propriedade sobre um assunto quando se consegue olhar para ele com distanciamento”, resume a autora que, tal qual sua personagem, conhece a fundo a dor da separação. Tendo como suporte suas próprias experiências, Monica leva ao teatro um monólogo bem-humorado que aproxima através do riso e leva homens e mulheres à reflexão. E assim a atriz se confirma como uma das autoras brasileiras que melhor traduzem o comportamento feminino moderno.

 


Texto e interpretação de Mônica Martelli

Direção de Susana Garcia

Cenografia de Flávio Graff

Figurino de Marcella Virzi

Iluminação de Maneco Quinderé

Direção de Movimento de Marcia Rubin

Direção de produção de Herson Capri

Produção de Capri Produções

Assessoria de Imprensa de Antonio Trigo

Produção Local Dani Angelotti (Cubo Produções)


Sexta ás 21h30.
Sábado ás 21h00.
Domingo às 18h00.

ATENÇÃO:
NÃO SERÁ PERMITIDA A ENTRADA APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO.

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