4

Resumo

 


Uma história real e comovente para inspirar pais e filhos a acreditarem no poder transformador da educação.

 

Mais de 20.000 espectadores já assistiram ao espetáculo.

 

A trilha sonora contém canções originais de Adriana Calcanhotto.

 

O elogiado espetáculo infanto-juvenil “Malala, a menina que queria ir para a escola” é a primeira adaptação teatral do livro-reportagem da premiada escritora e jornalista Adriana Carranca. Idealizado pela atriz Tatiana Quadros, com direção de Renato Carrera, adaptação de Rafael Souza-Ribeiro e canções originais de Adriana Calcanhotto, o espetáculo narra a viagem da jornalista Adriana Carranca ao Paquistão, dias depois do atentado à vida de Malala por membros do Talibã, por defender o direito de meninas à educação.

A jornalista curiosa, desbravadora e inquieta, atravessa meio mundo para descobrir o que aconteceu de verdade com a menina chamada Malala Yousafzai e porque ela estava sendo perseguida. Era uma missão perigosa, pois a terra natal de Malala, um vale de extraordinária beleza no interior do Paquistão, havia se tornado um território proibido para jornalistas. Vestida como as mulheres do Vale do Swat, a jornalista circula pelas ruas da cidade, se hospeda na casa de moradores locais, conhece as amigas de Malala, sua escola e até mesmo a casa onde morava.

 

Ficou claro para mim que esta era uma história inspiradora para os pequenos, por Malala ser apenas uma menina, uma jovem de uma zona tribal que acreditou nos seus sonhos. Por ser uma história de amor a escola, aos professores e aos livros”, comenta Adriana CarrancaEu queria muito que as crianças brasileiras também acreditassem que é possível mudar o mundo.”

 

Adriana Carranca publicou em 2015, o livro-reportagem “Malala, a menina que queria ir para a escola”, que foi vencedor do Prêmio FNLIJ, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil nas categorias Escritora Revelação e Livro Informativo. A obra também foi recomendada pela FNLIJ para adoção nas escolas. Lançado em Portugal e em todos os países da América Latina, em breve o livro ganhará uma tradução para o alemão, turco e urdu.

Malala Yousafzai nasceu em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, na província de Khyber-Pakhtunkhwa do Paquistão, uma região de extraordinária beleza, cobiçada no passado por conquistadores e protegida pelos bravos guerreiros pashtuns – os povos das montanhas. Uma região habitada por reis e rainhas, príncipes e princesas, como nos contos de fadas. Malala cresceu entre os corredores da escola de seu pai, Ziauddin Yousafzai, e era uma das primeiras alunas da classe. Quando tinha dez anos viu sua cidade ser controlada por um grupo chamado Talibã. Eles vigiavam o vale noite e dia, e impuseram muitas regras. Proibiram a música e a dança, baniram as mulheres das ruas e determinaram que somente os meninos poderiam estudar. Mas Malala foi ensinada desde pequena a defender aquilo em que acreditava e lutou pelo direito de continuar estudando. Usando um pseudônimo, tornou-se correspondente da BBC, através de um blog onde relatava ao mundo o impacto diário do Talibã no Vale do Swat, denunciando o regime de opressão medieval, em choque com os mais elementares princípios dos direitos humanos. Ela fez das palavras sua arma. A ousadia de Malala, que acabou por selar seu destino, foi declarar publicamente, um ano antes do atentado, que queria ser política para ajudar seu povo. Em 9 de outubro de 2012, aos 15 anos, quando voltava de ônibus da escola, sofreu um atentado a tiro, em retaliação a sua luta pelo direito feminino à educação. Em seu discurso na ONU – primeira aparição publica após o atentado – Malala prometeu que não seria silenciada e afirmou: “A caneta é mais poderosa que a espada”. Avançou firme em direção ao seu propósito e travou uma luta global contra o analfabetismo, a pobreza e o terrorismo, convocando todos os governos a assegurar a educação obrigatória livre e a elaborar um acordo de paz com intuito de proteger os direitos de meninas à educação. Em 2014 tornou-se a mais jovem vencedora do Prêmio Nobel da Paz.

 


“Malala, a menina que queria ir para a escola”

de Adriana Carranca

Adaptação: Rafael Souza-Ribeiro

Direção: Renato Carrera

Canções Originais: Adriana Calcanhotto

Elenco: Adassa Martins, Dulce Penna, Fernanda Sal, Ivson Rainero, José Karini, Ricardo Lopes, Patrícia Garcia e Tatiana Quadros & o músico Adriano Sampaio com percussão original.

Assistente de Direção: Joana Cabral

Cenário: Daniel de Jesus

Figurino: Flavio Souza

Iluminação: Alessandro Boschini

Direção Musical: Lúcio Zandonadi

Direção de Movimento e Coreografia: Sueli Guerra

Preparação Corporal: Edgy Pegoretti

Projeções e Videoinstalação: VJ Vigas

Preparação Vocal: Danielly Souza

Desenho de Som: João Gabriel Mattos

Ilustração: Bruna Assis Brasil

Programação Visual: Daniel de Jesus

Fotos de Divulgação: Ricardo Borges

Mídias Sociais: Ana Righi

Produção Executiva: Beta Schneider

Gestão Financeira e Gerência de Projeto: Natalia Simonete

Direção de Produção: Alessandra Reis

Idealização: Tatiana Quadros

Redes Sociais do espetáculo: FB https://www.facebook.com/malalateatro | Instagram: @malalateatro


De 13/09 a 28/10.
Sábado e Domingo às 15h00.

ATENÇÃO:
NÃO SERÁ PERMITIDA A ENTRADA APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO.

Fotos e Vídeos

1 vídeo 1 fotos