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Resumo

 


No espetáculo, o ator Rogério Silvestre conta a história de um dos maiores compositores e intérpretes brasileiros, em uma obra que reúne artes cênicas e música.

Com o intuito de preservar a memória desse ícone da MPB, o espetáculo apresenta passagens da vida do artista que iniciou sua trajetória na década de 60 em meio aos tropeços da ditadura militar e seguiu cantando seus amores e anseios pela vida.

No palco, 8 artistas, sendo um ator, dois cantores e cinco instrumentistas, em uma banda, que fazem brilhar ainda mais a obra de Gonzaguinha que deixou um legado de músicas belíssimas e letras inteligentes que marcam gerações, inclusive através de grandes intérpretes como Maria Bethânia, Elis Regina, Simone, Fagner e muitos outros.

Gonzaguinha é um personagem que gera um fascínio impressionante. Morto aos 45 anos, em 1991, deixou obra extensa e alinhada com os anseios de sua geração, mas que ainda encontra eco quase três décadas depois – prova disso é que, nos últimos seis anos, sua figura virou peça de teatro, filme/série, enredo de escola de samba e ganhou homenagem no Prêmio da Música.

O musical “Gonzaguinha – O eterno aprendiz“, demonstra profunda admiração e respeito pela obra e pelo artista.

A concepção de Kleber Lincoln e Amaury Vieira propõe dois espetáculos independentes: em um deles, um ator vive Gonzaguinha em monólogo; no outro, três cantores e uma banda revivem os sucessos do compositor.

O espetáculo ganha com a entrada em cena da banda, que relembra com competência o inspirado repertório de Gonzaguinha. Os cantores Rafael Toledo e Paulo Francisco Tiso conseguem bons momentos de comunicação com a plateia, mas é a voz de Bruna Moraes que eleva a eletricidade no palco. A ela coube tarefa desafiadora: reler canções que ficaram marcadas nas interpretações de Elis Regina e Maria Bethânia. A cantora mostra presença de palco e sobressai como o grande destaque do musical.

A intenção de homenagear Gonzaguinha é louvável, e a execução de seu repertório já garante momentos de catarse. “Gonzaguinha – O Eterno Aprendiz” é bem-sucedido como um show-tributo ao compositor.” Crítica do jornal O Globo, Leonardo Bruno.

 


 


De 19/07 a 21/07.
Sexta às 21h30.
Sábado às 21h00.
Domingo às 19h30.

ATENÇÃO:
NÃO SERÁ PERMITIDA A ENTRADA APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO.

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