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Resumo


Após temporada de sucesso absoluto no Rio de Janeiro e turnê por cinco cidades, o musical chega aos palcos do Teatro Procópio Ferreira para apresentações de quinta a domingo.

O espetáculo reúne alguns dos grandes clássicos de Cazuza, tanto em carreira solo quanto com o Barão Vermelho, como “Pro Dia Nascer Feliz” e “Codinome Beija-Flor”, além de composições que nunca foram gravadas, como “Malandragem”, “Poema” e “Mais Feliz”.

Para a construção do texto, Aloísio de Abreu partiu de conversas com pessoas próximas a Cazuza e fez uma ampla pesquisa para a criação da estrutura dramática do espetáculo. “Apesar de frequentar os mesmos lugares, eu não conhecia o Cazuza. Entretanto, sempre tive uma profunda identificação com a obra dele, que tem um quê de crônica da nossa época, revelando, de forma rasgada, comportamentos típicos dos jovens que todos éramos nos anos 1980”, explica Aloísio.

São encenadas no palco a descoberta do teatro, o gosto pelo rock, o momento em que resolve cantar, montar uma banda, profissionalizar-se, o estouro, as brigas, a mudança do estilo de sua obra, o estrelato solo, a descoberta da doença, a urgência poética no fim da vida.

No musical, a trajetória de Cazuza é contada por meio de suas letras e poesia. Tudo no texto faz parte do show.

O diretor conta que os depoimentos de Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, foram fundamentais para a estruturação cênica do espetáculo: “A partir das lembranças dela, vamos conhecendo a vida e a obra desse artista, e, tal como a sua obra, a peça alterna momentos exagerados e de puro rock‘n’roll e momentos mais intimistas e delicados”.


Texto: Aloísio de Abreu

Direção geral: João Fonseca

Produção geral: Sandro Chaim


Quinta-Feira e Sexta-Feira ás 21h00.
Sábado ás 17h30 e 21h30.
Domingo às 17h30.

ATENÇÃO:
NÃO SERÁ PERMITIDA A ENTRADA APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO.

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